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Já tentei ser desenhista um dia!

Ao longo da vida, a gente acaba descobrindo diversas paixões e também decepções.
Pois é. Ao longo da minha infância eu não tinha muita coisa para fazer. Não por falta opção em sí. Mas eu era uma criança muito reservada e gostava de ficar na minha, fazendo sempre as minhas coisas. Geralmente lendo, escrevendo ou vendo filmes. Era realmente aquela criança que não dava um pingo de preocupação para os meus pais.

Diferente do meu irmão mais velho, o Ruan, que adorava ficar na rua e gostava sempre de aprontar alguma coisa. Não vivíamos em uma realidade muito próxima. Parecia que não falávamos a mesma língua.

Mas ao longo do tempo fui entendendo que, aquilo era apenas o jeito dele e que eu tinha o meu, nem eu era esquisito, como as pessoas geralmente me julgavam. E nem ele. Eram apenas pessoas diferentes que moravam em uma mesma casa e que quase não se falavam. E não porque brigávamos. Não, isso quase nunca aconteceu. Mas era justamente pela incompatibilidade de pensamento. Aí não tem diálogo. Mas Ainda não é hora de falar do meu irmão. Vou deixar isso mais para frente. O assunto aqui agora é outro.

Retomando o Raciocínio

Como eu ia dizendo antes, o fato de eu ser uma criança introvertida e não me socializar muito com as outras pessoas, me fazia buscar outras alternativas de distração e, eu acabei ficando fissurado em fazer desenhos.

Decidi então correr atrás de aprender a desenhar. E como eu tinha muita facilidade para leitura e gostava disso. Nada melhor então do que tentar estudar através dos livros. Realmente achei muita informação valiosa e comecei a dar os meus primeiros traços e estava gostando muito daquilo. Estava desenhando cerca de 6 a 8 horas por dia para praticar.

Em pouco mais de um ano, comecei a então fazer desenhos muito bonitos e comecei a me orgulhar disso. Mas aí você deve agora estar se perguntando. Mas se você gosta tanto de desenhar assim, por que não continuou com a carreira? Eu poderia te responder isso mais a fundo, mas vou deixar para uma explicação mais superficial e direta que fará você entender do mesmo jeito, a mensagem que eu quero te passar.

O fato de eu gostar muito de desenhar, não quer dizer que eu gostava mais do que a leitura, e, praticar desenhos me afastou muito de ler. Ainda lia, é claro. Mas acabei perdendo o hábito, e aquilo me incomodava, pois eu não queria deixar de ler e nem de desenhar, mas eu precisava ter que escolher, o que eu ia querer me dedicar a fundo e o que eu ia querer fazer como lazer. Pois estava decidido já de que não iria parar nem com uma coisa e nem com a outra. Apenas ia me empenhar em uma só.

Decisão

Decidi então continuar a passar meu tempo através da leitura. Apesar dessa minha escolha não parecer ser muito divertida para algumas pessoas, para mim era algo muito importante e, eu já sabia que só através dos livros eu poderia ter um futuro mais digno. através da informação.


A vida passou e eu então eu hoje consigo fazer as duas coisas, mas não sou nenhum profissional na área de desenhos, apenas faço como hobbye. Inclusive, recentemente acabei adquirindo o curso método fan art, da Mayara Rodrigues. Um treinamento totalmente online, serve para pessoas que gostam de desenhar, assim como eu e não querem sair de casa para isso. É uma grande facilidade proporcionada pela tecnologia da internet,

Assim como esse curso, você poderá encontrar outros outros online e fazer diversos outros.

Este foi mais um texto meu em que eu deixo aqui uma história bem bacana que eu passei durante a vida.

Nos vemos como mais histórias sobre a minha vida.. um abraço

até mais!

Minhas saudações

Bom, antes de falar coisas sobre a minha vida e as minhas experiências até aqui, quero poder falar um pouco sobre mim.  Meu Nome é Ricardo Albulquerque, sou Nascido no interior de São Paulo, Mais especificamente, na cidade de Pirajú.

Durante a minha infância, me lembro sempre de pedir para meu pai me contar histórias, pois ainda não sabia ler, então eu precisava que ele fizesse a leitura para mim. Assim, a minha paixão por histórias continuou de tal forma que todos os meus presentes de Natal, eu sempre pedia livros de histórias em quadrinhos ou até mesmo cadernos para que eu mesmo pudesse criar as minhas próprias obras.

 

Adolescência

Ao chegar na minha adolescência estava Notoriamente convicto de que iria fazer faculdade de história e assim foi feito, Passei para história em 13° lugar no ano de 1994 e estudei até o ano de 1998 onde me formei e pude começar a dar aula.

Hoje aos 45 anos, olho para trás e percebo o tanto de coisas que eu vivi e gostaria muito de poder retratar essas histórias aqui para vocês sobre tudo aquilo que eu gostaria de ter feito e não fiz e sobre aquilo que eu gostaria de ter feito sim e acabei fazendo. Tudo foi muito gratificante e eu gostaria muito de poder compartilhar isso aqui com vocês.

Atualmente

Sei que talvez muita gente não tenha interesse nenhum em saber da minha vida, mas faço isso como uma maneira de poder reviver tudo aquilo que eu gostaria de ter de volta em minha vida e que sei que não poderei ter nunca mais. Pelo menos não como era, pois cada momento é único, e, por mais que você queira revivê-lo, nunca mais será a mesma coisa, Pois o que ficou para trás, nunca mais terá o mesmo saber, o mesmo cheiro, mesmo que você tente montar no mesmo cenário, as mesmas coisas!

Eu não quero me estender muito nesse post aqui, quero ser bem rápido e deixar apenas essa mensagem que eu tenho certeza que vai ser muito importante para a vida de cada ser humano que estará aqui comigo nessas leituras.

“ Viva a vida como se cada dia fosse o seu último, A vida é única e você deverá estar sempre atento para aproveitar cada momento dela. Valorize quem te ama, pois um dia, essas pessoas não estarão mais aqui, ou você irá partir antes delas. Vivemos apenas com a esperança de que esses laços sejam eternos.”

Espero que você goste do que está por vir.

Te vejo em breve no blog, coisas da vida!