História da minha família com venda de Alimentos!

Olá meus amigos! como vocês estão? Eu espero que bem!

Hoje venho contar algo muito interessante aqui para vocês sobre um pouco da minha história de quando eu e meus irmãos fomos trabalhar vendendo alguns alimentos na rua!

Mas antes de irmos direto para as vias de fato onde isso acontece! precisamos voltar um pouco mais a história e lembrarmos o por que isso aconteceu!


Como havia dito antes! Eu e minha família saímos do interior para irmos procurar uma vida melhor na cidade. Porém, ainda não tínhamos nada certo la ainda! Estávamos testando aquela nova vida! Estava difícil para meus pais conseguirem emprego e isso acabou nos distanciando cada vez mais de uma vida melhor. Precisávamos fazer alguma coisa!

Então minha mãe nos sugeriu fazer doces para vender! Acho uma excelente oportunidade! Foi então que “caímos para dentro” desse negócio e procuramos fazer nossos doces para começar a vender! compramos o que precisava para começar o trabalho e fomos atrás de fazer o que precisava ser feito! procuramos fornecedores, e conseguimos comprar tudo em um bom preço.

Executamos o serviço, preparamos do doce e fomos para as ruas! adivinha só.. Foi um verdadeiro fracasso! Foi extremamente horrível o que aconteceu conosco! tínhamos muito produto e pouca venda.. as coisas começaram a se estragar e no fim, acabamos jogando dinheiro. Dinheiro que nós não tínhamos. Mas as coisas acabam tomando o seu rumo certo.

Observar sempre será o caminho!


Depois de um dia fracassado com a venda dos nossos doces! acabamos indo para casa com muitos doces em nossas cestas! nem sabíamos o que iriamos fazer com aquilo. Então! passamos em uma rua que estava com uma barraquinha de cachorro quente que estava bastante lotada.. Não parava de passar gente para comprar!

Observamos aquilo por um tempo para tentar entender o por que aquilo vendia tanto e o nosso doce não vendia praticamente nada! Fomos para casa com essa questão em nossas cabeças! Então acabei pegando um livro em casa que falava sobre empreendedorismo e ali eu vi algo sobre prioridades do consumidor.

Consegui entender com essa leitura o que de fato nós estávamos fazendo de errado! Não estávamos atendendo as prioridades aquele público. As pessoas no centro da cidade até podem acabar comprando doces, mas é algo que varia muito. Na correria do cotidiano elas querem algo rápido para matar a fome. e é por isso que a barraquinha de cachorro quente estava vendendo bastante.

Decidi então fazer mais uma tentativa e mudar a Nossa estratégia. Agora ia fazer algo que as pessoas realmente estariam interessadas em comer. Para não virar concorrente direto da barraquinha de cachorro quente, decidi então montar a minha barraquinha de espetinhos de churrasco. Pois por ali eu ainda não tinha visto nenhuma.

As coisas começavam a melhorar!


Depois de testemunhar todo o processo, era hora de colocar o meu negócio em prática! arrumamos o carrinho para fazer o nosso churrasquinho! decidi que ia me tornar um mestre do espetinho. Estudei tudo o que eu precisava para fazer um bom espetinho e fui a luta.

Dessa vez o resultado foi bem diferente! Tínhamos todos os dias pessoas comprando o nosso produto! Era muito mais do que simplesmente um bom movimento. Estava realmente difícil de dar conta de toda aquela gente atrás de nós querendo comer o nosso churrasquinho.

foi algo que nos deu muita alegria e fez com que a gente pudesse sair um pouco do sufoco dentro de casa. Logo meu pai conseguiu arrumar um bom emprego e ficamos mais tranquilos em relação a isso!

Lição disso aí é que no final, as coias sempre se ajeitam. Por mais difíceis que elas pareçam ser.. tudo acaba se endireitando no final! vamos fazer sempre um bom conteúdo aqui para você!

Espero que você tenha gostado dessa nossa história aqui.. Tenha um bom restinho de semana!

histórias de infância Que irão derreter o seu coração

 

A infância é um momento inesquecível, cheio de histórias engraçadas e emocionantes.
Bright Side encontrou as mais quentes histórias on-line para dar um pouco de reminiscências nostálgicas desses momentos maravilhosos.

Quando eu era criança, escrevi meu último testamento. Todos os meus brinquedos eram para o nosso gato: meu quarto, para Alex, o vagabundo local que sempre dizia “olá”; Meu livro de tag iria para o meu irmão, já que tivemos uma briga não muito tempo antes. Levei a lista para minha tia, que era advogada, e pedi que ela “apostatasse”. Ela era uma mulher engenhosa, então ela enviou cópias da minha lista para todos os nossos parentes, coroando tudo colocando o original em sua mesa em um quadro. Dessa forma, minha família não apenas riu de mim, mas todos os seus clientes também.

Certa vez, um menino da minha turma se aproximou de mim durante a hora da sesta no jardim de infância. Eu fingi estar dormindo e não me mexi. Deitou-se ao meu lado, beijou-me no rosto e disse em silêncio: “Eu te amo”. Então ele foi para a cama. Ainda me lembro que ele foi para casa naquele dia, com sua camiseta listrada cinzenta … Agora eu tenho 27 anos, mas que a confissão de crianças continua a ser uma das coisas mais românticas que eu ouvi na minha vida.

Quando fui para a casa do meu avô fora da cidade, todo mundo lá tinha uma placa de “Cuidado com o cachorro” em suas portas. Uma vez que fiquei com raiva do meu avô por algum motivo, e enquanto estava no trabalho, escrevi “Beware of Gramps” na sua porta.

Uma vez uma menina trouxe uma boneca nova para o jardim de infância, e era tão bonita que até as crianças gostaram. Todos brincaram com ele, mas fui eu quem quebrou. A menina chorou, claro, então decidi dar-lhe uma boneca semelhante. Pedi aos meus pais que o comprassem no meu aniversário, em vez do que eu queria para mim. Eles aprovaram, e eu dei a ele aquela boneca no meu aniversário. A alegria da garota foi a melhor recompensa que eu poderia imaginar. E no jantar, meu pai também me deu meu próprio presente. Ele disse que fiz a coisa certa e eles estavam orgulhosos de mim.

Quando eu tinha 3 anos, minha avó e eu fomos ao supermercado. Houve uma fila de algumas pessoas. Uma das mulheres disse à minha avó: “Que filha linda você tem!” Sem pensar muito, puxei minha cueca e calcinha e disse: “Eu sou neto!”

Quando eu tinha 8 anos, lembro que nosso gato deu à luz uma ninhada. Depois da pausa de inverno, quando eu não conseguia sair da cama de manhã, minha mãe pegou todos os gatinhos e os soltou na minha cama. Eles se arrastaram em mim e eu tive que levantar para deixá-los cair no chão. Uma das lembranças mais quentes da minha infância.

Quando meu irmão era pequeno, morávamos numa casa de campo e ele costumava ir ao quintal curtir. Ele pegou uma cama dobrável, despiu o short, deitou-se e cobriu-se com um cobertor. Quando nossa mãe lhe disse que não era assim que você se bronzeava, ele respondeu: “Se eu tirar, os mosquitos vão me morder!”

Meu amigo e eu moramos no mesmo prédio de apartamentos no mesmo andar, mas somos duas entradas um do outro. Quando éramos pequenos, não tínhamos telefones celulares, então decidimos fazer nossa própria “correspondência” puxando uma corda da sacada para a minha. Não foi muito fácil, afinal vivíamos no segundo andar, mas de alguma forma conseguimos. Acabou sendo muito divertido: você anexou uma nota no final de uma corda, pegou a outra e sua nota começou a viajar. Ficamos tão felizes em poder nos enviar esses “e-mails” todas as noites. De manhã, quem acordou primeiro foi enviar a primeira nota. Lembro que me levantei e corri para a varanda onde já havia uma nota esperando. dizendo “bom dia!” Eu sinto muita falta daquelas vezes.

Quando eu era pequeno, eu costumava brincar na caixa de areia com meu amigo. Certa vez, ele me contou uma história sobre como ele estava cavando a areia e cavou tão fundo que pôde ver o metrô e os trens. Eu acreditei nele e comecei a cavar, sentado até muito tarde, quando meus pais me levaram. Eu estava tão frustrada quando me disseram que não havia metrô na nossa cidade!

Tomando banho quando criança, gostava de encher minha boca com água e fingir que era uma fonte cuspindo-a. Eu até assumi poses diferentes de “fonte”. Alguns sonhavam em se tornar médicos, outros em voar para o espaço, e eu sonhava em me tornar uma fonte.
Quando eu tinha 3 anos, meus pais pintaram o chão. Eu não percebi, e eu o conheci, deixando minhas impressões na pintura. Agora tenho 21 anos. Recentemente, quando mudei o sofá, vi as mesmas impressões. Acontece que meus pais não os tinham pintado especificamente para que eu os visse quando crescesse.

Já tentei ser desenhista um dia!

Ao longo da vida, a gente acaba descobrindo diversas paixões e também decepções.
Pois é. Ao longo da minha infância eu não tinha muita coisa para fazer. Não por falta opção em sí. Mas eu era uma criança muito reservada e gostava de ficar na minha, fazendo sempre as minhas coisas. Geralmente lendo, escrevendo ou vendo filmes. Era realmente aquela criança que não dava um pingo de preocupação para os meus pais.

Diferente do meu irmão mais velho, o Ruan, que adorava ficar na rua e gostava sempre de aprontar alguma coisa. Não vivíamos em uma realidade muito próxima. Parecia que não falávamos a mesma língua.

Mas ao longo do tempo fui entendendo que, aquilo era apenas o jeito dele e que eu tinha o meu, nem eu era esquisito, como as pessoas geralmente me julgavam. E nem ele. Eram apenas pessoas diferentes que moravam em uma mesma casa e que quase não se falavam. E não porque brigávamos. Não, isso quase nunca aconteceu. Mas era justamente pela incompatibilidade de pensamento. Aí não tem diálogo. Mas Ainda não é hora de falar do meu irmão. Vou deixar isso mais para frente. O assunto aqui agora é outro.

Retomando o Raciocínio

Como eu ia dizendo antes, o fato de eu ser uma criança introvertida e não me socializar muito com as outras pessoas, me fazia buscar outras alternativas de distração e, eu acabei ficando fissurado em fazer desenhos.

Decidi então correr atrás de aprender a desenhar. E como eu tinha muita facilidade para leitura e gostava disso. Nada melhor então do que tentar estudar através dos livros. Realmente achei muita informação valiosa e comecei a dar os meus primeiros traços e estava gostando muito daquilo. Estava desenhando cerca de 6 a 8 horas por dia para praticar.

Em pouco mais de um ano, comecei a então fazer desenhos muito bonitos e comecei a me orgulhar disso. Mas aí você deve agora estar se perguntando. Mas se você gosta tanto de desenhar assim, por que não continuou com a carreira? Eu poderia te responder isso mais a fundo, mas vou deixar para uma explicação mais superficial e direta que fará você entender do mesmo jeito, a mensagem que eu quero te passar.

O fato de eu gostar muito de desenhar, não quer dizer que eu gostava mais do que a leitura, e, praticar desenhos me afastou muito de ler. Ainda lia, é claro. Mas acabei perdendo o hábito, e aquilo me incomodava, pois eu não queria deixar de ler e nem de desenhar, mas eu precisava ter que escolher, o que eu ia querer me dedicar a fundo e o que eu ia querer fazer como lazer. Pois estava decidido já de que não iria parar nem com uma coisa e nem com a outra. Apenas ia me empenhar em uma só.

Decisão

Decidi então continuar a passar meu tempo através da leitura. Apesar dessa minha escolha não parecer ser muito divertida para algumas pessoas, para mim era algo muito importante e, eu já sabia que só através dos livros eu poderia ter um futuro mais digno. através da informação.


A vida passou e eu então eu hoje consigo fazer as duas coisas, mas não sou nenhum profissional na área de desenhos, apenas faço como hobbye. Inclusive, recentemente acabei adquirindo o curso método fan art, da Mayara Rodrigues. Um treinamento totalmente online, serve para pessoas que gostam de desenhar, assim como eu e não querem sair de casa para isso. É uma grande facilidade proporcionada pela tecnologia da internet,

Assim como esse curso, você poderá encontrar outros outros online e fazer diversos outros.

Este foi mais um texto meu em que eu deixo aqui uma história bem bacana que eu passei durante a vida.

Nos vemos como mais histórias sobre a minha vida.. um abraço

até mais!

Minhas saudações

Bom, antes de falar coisas sobre a minha vida e as minhas experiências até aqui, quero poder falar um pouco sobre mim.  Meu Nome é Ricardo Albulquerque, sou Nascido no interior de São Paulo, Mais especificamente, na cidade de Pirajú.

Durante a minha infância, me lembro sempre de pedir para meu pai me contar histórias, pois ainda não sabia ler, então eu precisava que ele fizesse a leitura para mim. Assim, a minha paixão por histórias continuou de tal forma que todos os meus presentes de Natal, eu sempre pedia livros de histórias em quadrinhos ou até mesmo cadernos para que eu mesmo pudesse criar as minhas próprias obras.

 

Adolescência

Ao chegar na minha adolescência estava Notoriamente convicto de que iria fazer faculdade de história e assim foi feito, Passei para história em 13° lugar no ano de 1994 e estudei até o ano de 1998 onde me formei e pude começar a dar aula.

Hoje aos 45 anos, olho para trás e percebo o tanto de coisas que eu vivi e gostaria muito de poder retratar essas histórias aqui para vocês sobre tudo aquilo que eu gostaria de ter feito e não fiz e sobre aquilo que eu gostaria de ter feito sim e acabei fazendo. Tudo foi muito gratificante e eu gostaria muito de poder compartilhar isso aqui com vocês.

Atualmente

Sei que talvez muita gente não tenha interesse nenhum em saber da minha vida, mas faço isso como uma maneira de poder reviver tudo aquilo que eu gostaria de ter de volta em minha vida e que sei que não poderei ter nunca mais. Pelo menos não como era, pois cada momento é único, e, por mais que você queira revivê-lo, nunca mais será a mesma coisa, Pois o que ficou para trás, nunca mais terá o mesmo saber, o mesmo cheiro, mesmo que você tente montar no mesmo cenário, as mesmas coisas!

Eu não quero me estender muito nesse post aqui, quero ser bem rápido e deixar apenas essa mensagem que eu tenho certeza que vai ser muito importante para a vida de cada ser humano que estará aqui comigo nessas leituras.

“ Viva a vida como se cada dia fosse o seu último, A vida é única e você deverá estar sempre atento para aproveitar cada momento dela. Valorize quem te ama, pois um dia, essas pessoas não estarão mais aqui, ou você irá partir antes delas. Vivemos apenas com a esperança de que esses laços sejam eternos.”

Espero que você goste do que está por vir.

Te vejo em breve no blog, coisas da vida!